(...)Ligo o vídeo da memória e revejo aquela cena tão cotidiana: eu de chinelinho, desmontada em cima do sofá depois de um dia corrido. Hum, preciso relaxar, preciso desligar... Pronto: falou em desligar, automaticamente ligo a TV.(...)
O coreógrafo chinês Zhang Jigang criou uma coreografia para contemplar "A Deusa da Misericórdia com seus Mil Braços" ou "A Kwanyin de Mil Braços",da mitologia budista. A dança foi apresentada por 21 bailarinas que se colocaram numa longa fila, criando para os espectadores uma fabulosa ilusão de que era uma única deusa com múltiplos braços e pernas. A inesquecível apresentação de gala da Companhia de Arte Performática Chinesa de Deficientes Físicos foi mostrada ao vivo pelo canal de televisão China Central, em comemoração ao Ano Novo Chinês. Estima-se que a audiência chegou a 1 bilhão de espectadores. O mais impressionante é o fato de todas as integrantes desta companhia de dança serem deficientes auditivas, ou seja, todas as bailarinas são surdas.
O resultado foi um espetáculo de emocionante beleza. Assista agora:
Em 17 de julho realizou-se na sede da Palas Athena a 1ª reunião preparatória da 25ª Semana Gandhi que, como todos os anos, inicia em 2 de outubro, data de nascimento do Mahatma. Neste ano celebraremos o centenário do Satyagraha, conceito criado por Gandhi na África do Sul para designar a força interior que viabiliza mudanças e transformações sociais sem recorrer a nenhum tipo de violência, apelando apenas à inspiração que promove a verdade, entendendo esta como aquilo que buscamos, e não necessariamente o que acreditamos ter encontrado.
Satyagraha (compromisso com a verdade) e Ahimsa (não-violência) são as bases de sustentação da ação gandhiana, e o que orientou ícones revolucionários como Martin Luther King, Nelson Mandela, Aung San Suu Kyi, e tantos outros.
As instituições, espaços de convívio ou movimentos sociais que desejam organizar atividades de adesão à 25ª Semana Gandhi, poderão contatar a Profª Flávia Maria Soares através do e-mail
. Será disponibilizado um repertório de sugestões (palestras, seminários, vídeos comentados, representações teatrais, atividades lúdicas e educativas, redações coletivas, caminhadas filosóficas e meditativas etc) e serão acolhidas novas contribuições, que desde já são bem-vindas. A paz é um bem de muitos, para muitos, e que se constrói com muitos, por isso ela pede parceiros.